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Nova Cirurgia Para Acabar com a Impotência Sexual

Felizmente, a vida moderna não traz apenas mais problemas para o nosso dia a dia, mas soluções também para problemas antigos. Assim, uma nova cirurgia apareceu para livrar muitos homens do fantasma da impotência sexual.

A Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista de Botucatu anunciou uma nova técnica que promete corrigir a impotência sexual em homens que retiraram a próstata: a reinervação peniana.

Na verdade, essa cirurgia significa um grande avanço e uma enorme esperança para muitos homens, já que é preciso considerar que quando pacientes com câncer precisam remover a glândula masculina, na maioria das vezes isso resulta em impotência sexual.

Segundo os pesquisadores envolvidos, já foram operados 62 homens, com uma taxa de sucesso de 60%, ou seja, seis em cada dez voltaram a ter “capacidade de ereção” durante o ato sexual.

Já, os 40% restantes demonstraram grande melhora na ereção, sem dúvida, devolvendo sua qualidade de vida. Uma outra forma de melhorar a ereção é fazendo o uso do estimulante motumbo, ele é um produto natural que ajuda melhorar o desempenho sexual.

Como é realizado o procedimento

Basicamente, o procedimento retira um nervo da perna, o sural, criando com ele uma ligação entre o nervo femoral e o pênis.

O nervo femoral passa pela região da bacia, passando sensibilidade e força para a coxa e os músculos envolvidos na caminhada. Embora não esteja envolvido na ereção, por ativar movimentos corporais, surgiu a ideia de utilizá-lo para substituir o nervo cavernoso, que comanda a ereção do pênis.

Então, com a criação desse atalho, o cérebro passa a enviar estímulos ao órgão sexual por esse novo caminho, ou seja, o nervo utilizado para andar passa a responder também pela ereção.

Para quem serve essa cirurgia de reinervação peniana

Sem dúvida, o principal público-alvo é composto por aqueles homens que precisam retirar a próstata para tratar um tumor maligno na glândula, que é o segundo tipo de câncer mais frequente entre o sexo masculino, perdendo apenas para o câncer de pele.

Como a cirurgia de remoção costuma deixar uma lesão no nervo cavernoso, com o membro perdendo sua sensibilidade, isso seria corrigido com essa nova técnica.

Mas, embora esse seja o público alvo, se espera que outros grupos acabem sendo beneficiados, como diabéticos, já que a doença costuma prejudicar o sistema nervoso dos membros, muitas vezes, causando impotência sexual.

Outro grupo diz respeito a quem passa por algum trauma na bacia – como fratura decorrente de um acidente. Embora isso ainda esteja sendo estudado, se acredita que o método possa ser eficaz para todos que sofrem pequenas perdas vasculares.

A cirurgia

Para passar pela cirurgia, primeiramente, o paciente precisa receber uma anestesia geral ou peridural.

Depois, são realizadas incisões nos dois lados da virilha, na base do pênis e nas laterais de ambas as pernas.

Então, é retirado o nervo sural, responsável apenas pela sensibilidade de uma parte dos pés, ele é dividido em dois,com cada metade sendo inserida em um lado da virilha.

Vale saber que a cirurgia tem duração de cinco horas, e a recuperação é feita com treinamentos de excitação, os quais envolvem estímulos visuais e masturbação, incentivando a ereção.

Até o momento, fora o incômodo normal da cirurgia em si, não foram registrados efeitos colaterais.

Embora os resultados sejam animadores, no entanto, essa técnica ainda não chegou ao SUS e planos de saúde, por isso, quem deseja realizar essa cirurgia, no momento, precisa entrar na lista de espera da Faculdade de Medicina de Botucatu, sendo que a instituição tem capacidade para operar só 17 pacientes ao ano.

Sabendo desde já que, atualmente,  o tratamento para impotência sexual é feito à base de remédios ou injeções aplicadas pouco antes da relação, ou ainda, cirurgias para implantação de próteses penianas.

Agora, portanto, é torcer para que a técnica chegue logo a todos os hospitais do país.

Quais os fatores de risco para câncer de próstata?

Quer saber quais os fatores de risco para o câncer de próstata e como pode se prevenir da doença? Então, continue lendo esse artigo.

Presente apenas nos homens, localizada estrategicamente logo abaixo da bexiga, na frente do reto, envolvendo a parte superior da uretra, a próstata é a glândula tema central da campanha Novembro Azul, que visa prevenir o câncer de próstata.

A  próstata, embora não tenha influência sobre a ereção, é responsável por  fabricar o líquido prostático que, juntamente com o líquido seminal, formam 90% do sêmen, sendo responsáveis pelo bom funcionamento dos espermatozoides.

Quais os fatores de risco de câncer de próstata?

Embora nenhum homem esteja livre de desenvolver câncer de próstata, alguns  fatores podem aumentar as chances de adquirir a doença, tais como:

  • Idade avançada: infelizmente, com o passar dos anos, o risco de adquirir a doença aumenta, e no Brasil, a cada dez homens diagnosticados com câncer de próstata, nove têm mais de 55 anos.
  • Histórico de câncer na família: homens com histórico da doença na família também têm mais chances de contrair a doença.
  • Sobrepeso e obesidade: segundo pesquisas, existe maior risco de câncer de próstata em homens com peso corporal mais elevado.

Como prevenir o câncer de próstata?

Comprovadamente, uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, e se fizer uso desses alimentos juntamente com o suplemento natural curaprost pode ajudar, e muito, a prevenir a doença, não só o câncer, como outras tantas.

Mas, outros hábitos também devem ser incorporados, como, por exemplo, praticar atividades físicas diariamente, procurar manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Portanto, na lista de principais fatores para prevenir o câncer de próstata não podem faltar:

  • Investir em um alimentação saudável.
  • Manter o peso corporal adequado.
  • Praticar atividades físicas regularmente.
  • Não fumar.
  • Evitar ingerir bebidas alcoólicas.

Quem não apresenta sintomas precisa fazer exames?

Como o câncer de próstata não costuma dar sinais, apenas quando já está em estágio mais avançado, é fundamental que homens, após os 50 anos, realizem exames a cada ano, e se houver histórico na família, a partir dos 40 já é necessário.

Realizando o exame poderá identificar o câncer de próstata logo no inicio da doença, aumentando, assim, a chance de cura, evitando que chegue a um estágio mais avançado e o tratamento já não surta efeito.

Exames que avaliam a próstata

Toque retal: o exame é simples, rápido e indolor, feito no próprio consultório.

PSA:  coleta de sangue para avaliar a quantidade da proteína que é produzida pelo tecido prostático.

Ultrassom: geralmente só é realizado quando os dois exames anteriores apresentam irregularidades.

Biópsia: em caso de suspeita, é pedida uma biópsia, que é feita retirando-se uma pequena amostra da próstata para posterior avaliação mais aprofundada.